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FOB Ningbo / Shanghai MOQ 800 sqm / SKU HS Code 3918.10 ISO 9001 · FloorScore · GREENGUARD Gold · CE EN 14041 Manufacturer since 2017 · 60+ countries
🇧🇷 Guia de Importação Brasil · NCM · SISCOMEX · Impostos

Importar piso SPC da China para o Brasil —
o guia de impostos e desembaraço.

Para importadores, distribuidores e construtoras que compram piso vinílico (NCM 3918.10.00) direto de fábrica na China. Este guia explica a cadeia de tributos (II, IPI, PIS/COFINS, ICMS) que define o seu custo de nacionalização, a habilitação no RADAR/SISCOMEX exigida antes do primeiro contêiner, um modelo de custo passo a passo, o despacho aduaneiro em Santos e o que muda com a reforma tributária a partir de 2026.

NCM 3918.10.00 II · IPI · PIS/COFINS · ICMS RADAR / SISCOMEX Custo de nacionalização Porto de Santos

O que separa uma importação lucrativa de um prejuízo no Brasil não é o preço FOB — é o custo de nacionalização. O piso vinílico chega pela China a um preço competitivo, mas a carga tributária brasileira pode somar de forma relevante sobre o valor aduaneiro. Entender essa cadeia é o que permite precificar com segurança.

A cadeia de tributos na importação

Sobre o piso vinílico importado (NCM 3918.10.00) incidem vários tributos, calculados sobre o valor aduaneiro (CIF = FOB + frete internacional + seguro). Eles não são independentes: cada um pode entrar na base do seguinte, num efeito cascata. Os principais:

Tributo
Base / esfera
Alíquota (verificar a vigente)
II — Imposto de Importação
Valor aduaneiro (CIF) · federal
Definido pela TEC do Mercosul por NCM — para 3918.10.00 na ordem de ~14% ‹VERIFICAR TEC vigente›
IPI — Imposto s/ Produtos Industrializados
Valor aduaneiro + II · federal
Conforme a TIPI para a NCM ‹VERIFICAR›
PIS/COFINS-Importação
Contribuições federais s/ importação
Incidem adicionalmente ‹VERIFICAR alíquotas vigentes›
ICMS
Estadual — “por dentro”
Varia por estado (na ordem de 17–20%) ‹VERIFICAR estado de destino›
AFRMM
Adicional sobre o frete marítimo
Incide sobre o frete da via marítima ‹VERIFICAR›
Taxa SISCOMEX
Taxa administrativa por DI
Valor fixo por declaração ‹VERIFICAR›
Por que tudo está marcado “verificar”. As alíquotas brasileiras mudam por resolução (GECEX/Camex para a TEC, TIPI para o IPI) e por estado (ICMS), e há revisões periódicas. Não orce contra um número de manchete: peça ao seu despachante para puxar a alíquota vigente da sua NCM exata e do seu estado de destino no Portal Único Siscomex (Classif) ou no Simulador de Tratamento Tributário da Receita Federal. Nós entregamos a NCM pré-classificada (3918.10.00); a alíquota viva é uma consulta oficial.

Como os tributos incidem em cascata

O ponto que mais surpreende quem importa pela primeira vez: os tributos não somam linearmente sobre o CIF. Cada um pode entrar na base do próximo, e o ICMS é calculado “por dentro” — ou seja, ele compõe a sua própria base de cálculo, o que o torna proporcionalmente o mais pesado.

1
Valor aduaneiro (CIF)
FOB + frete internacional + seguro. É a base inicial sobre a qual o II é calculado.
2
IPI sobre (CIF + II)
O IPI incide já sobre o valor aduaneiro acrescido do II — o primeiro efeito cascata.
3
PIS/COFINS-Importação
Contribuições federais que incidem sobre a importação, somando-se à carga ‹verificar alíquotas vigentes›.
4
ICMS “por dentro”
Calculado sobre o valor aduaneiro + II + IPI + PIS/COFINS + despesas aduaneiras, e ainda incluindo o próprio ICMS na base. Por isso a diferença de poucos pontos percentuais entre estados (ex.: SC ~17% vs SP/RJ ~18–20%) muda de forma sensível o custo final.
A consequência prática

Como tudo se calcula sobre o CIF (ou sobre o CIF acrescido dos tributos anteriores), reduzir o CIF reduz toda a cadeia. É por isso que comprar direto de fábrica — sem a margem de uma trading em Hong Kong ou Guangzhou embutida no FOB — não economiza só no produto: reduz a base de todos os tributos subsequentes.

Antes do primeiro contêiner — RADAR e SISCOMEX

Conhecer os tributos só ajuda se a sua empresa estiver habilitada a importar. No Brasil, importar comercialmente exige habilitação no RADAR (Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros) dentro do SISCOMEX. Sem ela, o despachante não consegue registrar a Declaração de Importação em seu nome. O que isso envolve:

Habilitação no RADAR / SISCOMEX. Pela modalidade adequada ao porte da operação (Expressa, Limitada ou Ilimitada, conforme o volume estimado de importação). Processada junto à Receita Federal.
Documentos societários e fiscais. CNPJ ativo com a atividade de importação no objeto social, contrato social / estatuto, e a documentação de capacidade financeira exigida pela Receita.
Certificado digital (e-CNPJ). Para acesso ao Portal Único Siscomex e assinatura dos registros.
Despachante aduaneiro. Profissional habilitado que registra a DI, classifica a mercadoria e conduz o desembaraço no porto de entrada.
Estrutura de ICMS no estado. Inscrição estadual ativa e, conforme o estado, eventual regime ou benefício aplicável à importação.
As modalidades, exigências e prazos do RADAR são definidos por atos da Receita Federal e mudam de tempos em tempos. Trate a lista acima como o formato do processo, não como substituto das exigências vigentes — confirme o checklist atual com o seu despachante ou diretamente nos canais da Receita Federal antes de habilitar.

Um modelo de custo de nacionalização

A estrutura abaixo é o que importa — encaixe as alíquotas vigentes da sua NCM e do seu estado. Os valores são ilustrativos e arredondados para mostrar a lógica da cascata, não uma cotação. A ordem do cálculo segue a incidência real.

FOB (ilustrativo)US$10.000
+ Frete internacional & seguro (ilustrativo)US$1.500
= Valor aduaneiro (CIF)US$11.500
II = CIF × alíquota TEC ‹VERIFICAR ~14%›‹varia›
IPI = (CIF + II) × alíquota TIPI ‹VERIFICAR›‹varia›
PIS/COFINS-Importação ‹VERIFICAR›‹varia›
ICMS “por dentro” × alíquota estadual ‹VERIFICAR 17–20%›‹varia›
+ AFRMM, Taxa SISCOMEX, despesas aduaneiras‹varia›
= Custo de nacionalizaçãoCIF + tributos + despesas
Apenas ilustrativo. Substitua cada alíquota pelo valor vigente da sua NCM 3918.10.00, do seu estado e da data do embarque, via Portal Único Siscomex (Classif) ou Simulador da Receita Federal. Some ainda armazenagem, capatazia e frete interno para chegar ao custo na sua porta. O ICMS é, em geral, creditável para empresas no regime adequado — confirme com a sua contabilidade.
O ponto que decide a margem

Como a cadeia é cumulativa, cada ponto percentual conta — e a escolha do estado de desembaraço (pela alíquota de ICMS e por eventuais benefícios estaduais) pode mudar o custo final de forma relevante. Modele o custo de nacionalização antes de fechar o pedido, com as alíquotas reais, não estimadas.

Para o lado do produto — o que de fato sai da fábrica e como ele se comporta no clima brasileiro — veja o hub do mercado brasileiro e o guia de avaliação técnica de SPC.

Despacho aduaneiro em Santos — o que o despachante apresenta

O Porto de Santos é a principal porta de entrada de mercadorias chinesas no Brasil e o maior porto de contêineres da América Latina. Um desembaraço sem atrasos depende de documentos consistentes entre si — a causa mais comum de retenção é divergência entre a invoice, o packing list e a Declaração de Importação. O conjunto que o seu despachante registra:

Invoice comercial com a NCM 3918.10.00 pré-classificada e valores consistentes.
Packing list com peso bruto por caixa, batendo com o plano de carga do contêiner.
Conhecimento de embarque (BL) e a Declaração de Importação registrada no SISCOMEX.
Certificados técnicos e DoP CE para o arquivo do produto — úteis também para a homologação INMETRO quando exigida (ver o guia NBR 15575 & INMETRO).

Com um conjunto consistente, o desembaraço em Santos costuma fluir sem retenções. Para distribuidores no Sul, Paranaguá (PR) e Itajaí (SC) são alternativas competitivas — e a escolha do porto/estado também influencia o ICMS.

30–35 dias
Santos (SP)
Principal · Grande SP · Sudeste
30–35 dias
Paranaguá (PR)
Sul · Curitiba · Mercosul
30–35 dias
Itajaí (SC)
Santa Catarina · Florianópolis

Os tempos de trânsito são aproximados (Shanghai → Brasil). A logística do contêiner — peso por caixa e limites rodoviários — é detalhada no guia de carga de contêiner.

Reforma tributária — o que muda a partir de 2026

O Brasil está em transição para um novo modelo de tributação. De forma resumida e sujeita a confirmação junto à sua contabilidade:

Transição CBS / IBS

A reforma cria a CBS (federal) e o IBS (estadual/municipal), que substituirão gradualmente PIS, COFINS, IPI, ICMS (e ISS) ao longo da transição, com conclusão prevista até 2033. Em 2026, o período é de teste: os documentos fiscais já destacam CBS e IBS em alíquotas simbólicas (na ordem de 0,9% e 0,1%), com a cobrança efetiva começando em etapas a partir de 2027. ‹VERIFICAR o estágio e as alíquotas vigentes junto à sua contabilidade/despachante.›

Para o importador de piso vinílico, o recado prático é simples: a NCM e a estrutura de despacho seguem as mesmas no curto prazo, mas o planejamento de custo deve acompanhar a transição — modele tanto o regime atual quanto o reformado conforme as regras forem entrando em vigor.

Cinco erros que custam dinheiro ao importador

Orçar o custo apenas sobre o FOB
O custo real é o de nacionalização — CIF + cadeia de tributos + despesas. Precificar sobre o FOB subestima o desembolso e corrói a margem.
Adivinhar a NCM em vez de classificar corretamente
A NCM define todas as alíquotas. Um enquadramento errado muda o cálculo inteiro e pode gerar multa. Use a NCM 3918.10.00 pré-classificada e confirme com o despachante.
Ignorar a diferença de ICMS entre estados
O ICMS “por dentro” é o tributo mais pesado e varia por estado. O estado de desembaraço pode mudar o custo final de forma relevante — avalie antes.
Deixar a habilitação RADAR para a última hora
A habilitação leva tempo. Comece antes de o contêiner embarcar, não quando ele já estiver em Santos acumulando armazenagem.
Divergências entre invoice, packing list e DI
Inconsistências de descrição, peso ou valor entre documentos suspendem o desembaraço. Consistência é o que mantém o contêiner fluindo.
FAQ · Importação Brasil

NCM, impostos e SISCOMEX — perguntas frequentes

Qual é a NCM do piso vinílico SPC/LVT no Brasil?
Pisos vinílicos SPC e LVT são classificados sob a NCM 3918.10.00 (revestimentos de plástico para pisos, de polímeros de cloreto de vinila). O Imposto de Importação para essa NCM é definido pela TEC do Mercosul e está na ordem de ~14% sobre o valor aduaneiro, mas varia por revisão — confirme a alíquota vigente no Portal Único Siscomex ou no Simulador da Receita Federal antes de orçar.
Quais impostos incidem na importação de piso vinílico?
Incidem, em cascata sobre o valor aduaneiro (CIF): II (Imposto de Importação), IPI, PIS/COFINS-Importação e ICMS (estadual, calculado “por dentro”), além de AFRMM sobre o frete marítimo e a Taxa SISCOMEX. As alíquotas variam por NCM, estado e data — devem ser confirmadas para cada operação.
Preciso de habilitação no RADAR para importar?
Sim. Para importar comercialmente, a empresa precisa de habilitação no RADAR / SISCOMEX (na modalidade adequada ao volume), CNPJ com atividade de importação, certificado digital e um despachante aduaneiro para registrar a Declaração de Importação. As exigências são definidas pela Receita Federal e mudam periodicamente — confirme o checklist vigente.
Como o ICMS afeta o custo de importação?
O ICMS é estadual e calculado “por dentro” — ele entra na própria base de cálculo, o que o torna proporcionalmente o tributo mais pesado. As alíquotas variam por estado (na ordem de 17–20%), então o estado de desembaraço e eventuais benefícios estaduais podem mudar o custo final de forma sensível. Confirme a alíquota do seu estado de destino.
O que muda com a reforma tributária a partir de 2026?
A reforma introduz CBS (federal) e IBS (estadual/municipal), que substituirão gradualmente PIS, COFINS, IPI e ICMS até 2033. Em 2026 é fase de teste — os documentos já destacam CBS e IBS em alíquotas simbólicas, com cobrança efetiva começando a partir de 2027. A NCM e a estrutura de despacho seguem as mesmas no curto prazo; confirme o estágio vigente com a sua contabilidade.
A Ecoflors fornece a documentação para o despacho?
Sim. Todo embarque para o Brasil inclui invoice comercial com a NCM 3918.10.00 pré-classificada, packing list com peso bruto por caixa, certificados técnicos e a DoP CE — além do plano de carga do contêiner. Fornecemos os dados necessários para o registro no SISCOMEX e o desembaraço em Santos; a habilitação e o registro da DI são conduzidos pelo importador e seu despachante.
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