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FOB Ningbo / Shanghai MOQ 800 sqm / SKU HS Code 3918.10 ISO 9001 · FloorScore · GREENGUARD Gold · CE EN 14041 Manufacturer since 2017 · 60+ countries
Conformidade · Portugal · Reação ao Fogo dos Pavimentos

Reação ao Fogo Bfl-s1 — Pavimentos SPC e LVT em Portugal

Por Ecoflors Editorial · Fabricante direto · Changzhou, China · Atualizado 2026 · Leitura ~12 min
Em resumo para o projetista

Em Portugal, a reação ao fogo dos pavimentos exprime-se em Euroclasses (EN 13501-1). A classe Bfl-s1 é a mais alta atingível por um revestimento resiliente/vinílico e é utilizável em vias de evacuação. O enquadramento legal é o regime SCIE — Decreto-Lei 220/2008 e Regulamento Técnico (Portaria 1532/2008, alterada pela Portaria 135/2020) — que define a exigência de reação ao fogo dos revestimentos em função da utilização-tipo do edifício e do local de risco. Este guia explica as Euroclasses, o regime SCIE e como se prova o Bfl-s1 com a DoP CE em obra.

Quando um projetista ou a fiscalização analisa a documentação de um pavimento, uma das primeiras verificações é a classe de reação ao fogo. Não é um dado comercial: é um requisito normativo. Para um importador ou distribuidor de pavimentos vinílicos, perceber o que Portugal exige — e poder prová-lo com a documentação correta — é a diferença entre um produto especificável num projeto e um produto rejeitado à partida.

Portugal organiza a segurança contra incêndio num regime próprio, o SCIE, que raciocina por tipo de edifício e por local de risco, mas que se apoia integralmente nas Euroclasses europeias para classificar os materiais. Este guia esclarece os dois níveis: a Euroclasse do produto (o que a Ecoflors fornece e garante) e o enquadramento SCIE (o que o projeto determina). Para o contexto geral do mercado, ver a página Ecoflors para Portugal; para a importação, a guia de importação para Portugal.

EN 13501-1: o sistema europeu de Euroclasses

Em toda a União Europeia a reação ao fogo dos materiais de construção classifica-se segundo a norma EN 13501-1. Para os revestimentos de piso, a classificação leva o índice “fl” (do inglês floor), que distingue os ensaios e os limiares dos pavimentos dos de paredes e tetos. A escala, do melhor comportamento ao pior, é:

A1fl
Incombustível. Materiais minerais (pedra, cerâmica, betão). Não contribuem para o incêndio.
A2fl
Praticamente incombustível. Contributo para o fogo muito limitado.
Bfl
Combustibilidade muito limitada. A classe mais alta atingível por um revestimento resiliente/vinílico. SPC Ecoflors
Cfl
Combustibilidade limitada. Contributo aceitável em muitas utilizações.
Dfl
Combustibilidade média. Muitas madeiras não tratadas.
Efl / Ffl
Combustibilidade alta ou não determinada. Efl = comportamento mínimo; Ffl = não ensaiado.

À letra acrescenta-se um índice de fumo: s1 (baixa produção de fumo) ou s2 (produção maior). Por isso a classificação completa de um pavimento exprime-se, por exemplo, como Bfl-s1: classe Bfl de reação ao fogo com baixa emissão de fumo. O fumo não é um pormenor — num incêndio é frequentemente o fator que mais compromete a evacuação.

Um esclarecimento honesto

Bfl-s1 não é a classe absoluta mais alta da escala — A1fl e A2fl pertencem aos materiais minerais incombustíveis (pedra, cerâmica), que um material vinílico, pela sua natureza, não pode atingir. A formulação correta é que Bfl-s1 é a classe mais alta atingível por um revestimento de piso resiliente ou vinílico. Qualquer afirmação de “classe máxima” sem este esclarecimento seria inexata.

O regime SCIE: utilização-tipo e local de risco

Em Portugal, a segurança contra incêndio em edifícios é regida pelo SCIE — o Decreto-Lei 220/2008 (Regime Jurídico) e o respetivo Regulamento Técnico, a Portaria 1532/2008, alterada pela Portaria 135/2020. Ao contrário de um único limite fixo, o SCIE define as exigências em função de três eixos:

🏢
Utilização-tipo (UT I–XII)
O SCIE classifica os edifícios em doze utilizações-tipo — habitacional (UT I), estacionamentos, administrativos, escolares, hospitalares, hoteleiros, comerciais, espetáculos, entre outros. Cada uma tem exigências próprias.
⚠️
Categoria de risco (1ª–4ª)
Dentro de cada utilização-tipo, o edifício enquadra-se numa categoria de risco (da 1ª à 4ª) consoante a altura, a área, o número de pisos e a carga de ocupação. Quanto maior a categoria, maiores as exigências.
🚪
Local de risco (A–F)
Cada espaço é um local de risco (A a F) conforme o perigo e a ocupação. As vias de evacuação têm exigências de reação ao fogo dos revestimentos mais elevadas do que os espaços correntes.
🛡️
Euroclasses como base
A reação ao fogo dos revestimentos de piso exprime-se nas Euroclasses EN 13501-1 (com índice fl). O SCIE remete para esta classificação; um pavimento Bfl-s1 é uma classe alta, utilizável em vias de evacuação.
Onde acaba a ficha de produto e começa o projeto

A classe de reação ao fogo exigida para um determinado espaço não é uma propriedade fixa do pavimento: resulta do cruzamento da utilização-tipo, da categoria de risco e do local de risco, segundo as tabelas da Portaria. Essa atribuição, para um projeto concreto, é da responsabilidade do projetista de SCIE. O que o fabricante fornece e garante é a Euroclasse do produto — Bfl-s1 — declarada na DoP CE. A verificação de compatibilidade com o local de risco específico cabe ao técnico do projeto. Este guia não substitui essa avaliação.

CE e marcação: o que é preciso hoje

Para os produtos de construção abrangidos por marcação CE segundo o Regulamento UE 305/2011 (CPR) — como os pavimentos vinílicos sob a norma harmonizada EN 14041 — a reação ao fogo declara-se na Declaração de Desempenho (DoP). Não é necessária uma homologação nacional separada do produto: é a classe declarada na DoP que conta para a conformidade.

Para um pavimento com marcação CE e classe de reação ao fogo declarada na DoP, é a classe declarada que conta — não um número de homologação separado.

Isto é uma simplificação prática para o importador: o pavimento SPC e LVT da Ecoflors é classificado Bfl-s1 segundo a EN 13501-1, e essa classe consta da DoP CE EN 14041 emitida em nome do importador português. O que o projetista de SCIE e a fiscalização precisam de ver é precisamente essa Euroclasse declarada na DoP.

Como se prova: os ensaios por trás da classificação Bfl-s1

A classificação Bfl-s1 não é uma declaração do fabricante: é o resultado de ensaios normalizados realizados por laboratório. Para os revestimentos de piso, a EN 13501-1 baseia-se em dois métodos principais:

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EN ISO 9239-1 — Fluxo radiante crítico
Mede a propagação da chama na superfície do pavimento sob um gradiente de calor radiante. Determina o fluxo radiante crítico (CRF) ao qual a combustão deixa de propagar-se. É o ensaio que separa as classes Bfl, Cfl e Dfl.
🌫️
EN ISO 11925-2 — Pequena chama
Avalia a inflamabilidade do material em contacto direto com uma pequena chama durante um tempo definido. Em conjunto com a medição do fumo, fixa o índice s1 ou s2 da classificação.

O pavimento SPC e LVT da Ecoflors é classificado Bfl-s1 segundo a EN 13501-1 com base nestes ensaios. A documentação de ensaio e a respetiva classificação são fornecidas com o envio. Uma nota de rigor: a classificação de reação ao fogo depende do sistema de instalação (o material, o seu suporte e a eventual camada inferior); por isso a classificação válida é sempre a que consta do relatório de ensaio e da DoP para a configuração concreta do produto.

Nota sobre os valores de ensaio

Este guia não publica um valor numérico de fluxo radiante crítico, porque esse dado deve ser lido no relatório de ensaio do lote e do produto concretos, não estimado. O que é verificável e constante é a classificação: Bfl-s1 segundo a EN 13501-1. Solicite o relatório de ensaio relativo à referência que pretende importar.

A DoP CE: como se prova o Bfl-s1 em obra

A classe de reação ao fogo de um pavimento prova-se, perante a fiscalização e o projetista de SCIE, com a Declaração de Desempenho CE (DoP) emitida sob a norma harmonizada EN 14041, que cobre as características essenciais dos revestimentos resilientes — entre as quais a reação ao fogo. A DoP é o documento que o projetista, o dono de obra ou a fiscalização esperam ver.

Nos termos do CPR (Reg. UE 305/2011), a DoP deve identificar o responsável pela colocação no mercado da UE. Para um pavimento importado da China, esse responsável é o importador ou distribuidor português — não a fábrica. Por isso a Ecoflors emite a DoP com os dados do importador português: é o que permite usar o produto em concursos públicos e em projetos com fiscalização sem atritos documentais. Detalhe na guia da Declaração de Desempenho CE.

Resumo de conformidade do pavimento SPC Ecoflors

Classe de reação ao fogoBfl-s1 · EN 13501-1
Enquadramento legalSCIE · DL 220/2008
Regulamento TécnicoPortaria 1532/2008 · alt. 135/2020
Uso em vias de evacuação✓ Admitido (Bfl-s1)
Métodos de ensaioEN ISO 9239-1 + EN ISO 11925-2
DeclaraçãoDoP CE · EN 14041 · em nome do importador
Documentação de ensaioSob pedido · por referência

Para o outro grande requisito normativo dos pavimentos em Portugal — o isolamento sonoro a sons de percussão nos edifícios — o enquadramento é o RRAE (Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios). Para a classe de uso (resistência ao desgaste, distinta da reação ao fogo), ver a guia EN 685.

Perguntas Frequentes

Qual é a classe de reação ao fogo exigida aos pavimentos em Portugal?

Em Portugal a reação ao fogo dos pavimentos exprime-se em Euroclasses (EN 13501-1). Para edifícios comerciais, hoteleiros e de uso público, os cadernos de encargos exigem tipicamente a classe Bfl-s1. O enquadramento legal é o regime SCIE (DL 220/2008 e Portaria 1532/2008, alterada pela Portaria 135/2020), que define a exigência em função da utilização-tipo do edifício, da categoria de risco e do local de risco. Um pavimento Bfl-s1, como o SPC Ecoflors, é uma classe alta utilizável em vias de evacuação.

O que é o regime SCIE e como afeta a escolha do pavimento?

O SCIE (Segurança Contra Incêndio em Edifícios) é o regime português definido pelo DL 220/2008 e pelo Regulamento Técnico (Portaria 1532/2008, alt. Portaria 135/2020). Classifica os edifícios em utilizações-tipo (UT I a XII) e categorias de risco (1ª a 4ª), e cada espaço num local de risco (A a F). A exigência de reação ao fogo dos revestimentos resulta do cruzamento destes eixos, sendo mais elevada nas vias de evacuação. A classe exigida para um espaço concreto é determinada pelo projetista de SCIE.

Bfl-s1 é a classe de reação ao fogo mais alta?

Bfl-s1 é a classe mais alta atingível por um revestimento de piso resiliente ou vinílico, mas não é a classe absoluta mais alta da escala. Acima estão A1fl e A2fl, reservadas aos materiais minerais incombustíveis (pedra, cerâmica, betão), que um material vinílico não pode atingir pela sua natureza. Para os pavimentos SPC e LVT, Bfl-s1 é o topo de desempenho e satisfaz os requisitos dos cadernos de encargos para edifícios comerciais e de uso público.

O que significam os índices “fl” e “s1” em Bfl-s1?

O índice “fl” (do inglês floor) indica que a classificação diz respeito a um revestimento de piso, com ensaios e limiares próprios, distintos dos de paredes e tetos. O “s1” é o índice de fumo: s1 indica baixa produção de fumo (s2 maior). Assim, Bfl-s1 é uma classe Bfl com baixa emissão de fumo — um fator importante para a evacuação em caso de incêndio.

Com que ensaios se obtém a classificação Bfl-s1?

Para os revestimentos de piso, a EN 13501-1 baseia-se em dois ensaios: EN ISO 9239-1 (fluxo radiante crítico, que mede a propagação da chama sob calor radiante) e EN ISO 11925-2 (ensaio da pequena chama, que avalia a inflamabilidade em contacto direto). O resultado, em conjunto com a medição do fumo, determina a classe e o índice. A classificação válida é a que consta do relatório de ensaio para a configuração concreta do produto.

Como se prova o Bfl-s1 à fiscalização em obra?

Com a Declaração de Desempenho CE (DoP) emitida sob a norma EN 14041, que indica a classe de reação ao fogo entre as características essenciais. Nos termos do CPR, a DoP deve ser emitida em nome do responsável pela colocação no mercado da UE — ou seja, o importador ou distribuidor português, não a fábrica chinesa. A Ecoflors emite a DoP com os dados do importador. Ver a guia da DoP CE.

Os pavimentos vinílicos CE precisam de homologação nacional em Portugal?

Para os produtos de construção abrangidos por marcação CE segundo o Regulamento UE 305/2011 (CPR), a classe de reação ao fogo é declarada na DoP e é essa classe declarada que conta para a conformidade — não um número de homologação separado do produto. O pavimento SPC Ecoflors é classificado Bfl-s1 segundo a EN 13501-1, e essa classe consta da DoP CE EN 14041 emitida em nome do importador português. A verificação da classe exigida para cada espaço cabe ao projetista de SCIE.

Documentação CE · DoP em nome do importador
Precisa de um pavimento Bfl-s1 com DoP para Portugal?

A Ecoflors fornece pavimentos SPC e LVT classificados Bfl-s1 (EN 13501-1) com a Declaração de Desempenho CE em nome da sua empresa — pronta para a especificação e o concurso. Solicite a documentação de ensaio e uma cotação FOB.



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